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Medite: Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para sua herança !!! - Salmos Cap: 33 Vers: 12

Surfnews


Fico Surf Festival 2018

Publicado em: 02/04/2018

Nos últimos dois meses,"contei nos dedos" com muita ansiedade os dias para a chegada da semana santa. Tudo começou quando me decidi que mais uma vez ao longo da minha história no surf brasileiro colocaria o "pé na estrada" no anseio de em uma oportunidade ímpar rever meus amigos do surf das décadas de 80 e 90. Este fator de estar ao lado dos meus amigos de longas datas, foi uma motivação a mais, além é claro da importância do evento em si que visa resgatar o encontro de gerações no life style do surf. Não medi esforços para me deslocar do Rio de Janeiro, encarando ônibus, balsa e outros tipos de conduções para enfim chegar na paradisíaca Praia do Tombo para o Fico Surf Festival 2018.

Vista aérea da Praia do Tombo. Foto: Arquivo Pessoal

Foi um evento único e emocionante para todos que prestigiaram esta confraternização, em um clima de muitas lembranças e camaradagem entre competidores. Afirmo que passei uma das melhores semana santa dos últimos anos de minha vida. Já estou, "contando nos dedos" e torcendo pela segunda edição na semana santa de 2019, e que tenha em 2020,21,22 e que se transforme em um evento tradicional no calendário do surf brasileiro. Vejam abaixo tudo que aconteceu nos 03 dias de festa.

Os campeões de todas as categorias reunidos no podium. Foto: Silvia Winik

DOMINGO DE PÁSCOA - O maranhense radicado em SC, Álvaro Bacana, foi o grande campeão master do Fico Surf Festival, neste domingo de páscoa (1º), na Praia do Tombo, em Guarujá, na reedição do campeonato que marcou época no final dos anos 80. Para coroar o feito, ele superou Jojó de Olivença, um de seus ídolos, garantindo uma disputa de altíssimo nível. Mais do que disputas, o que se viu foi um grande clima de confraternização, num encontro de gerações, com muito sol, ondas e praia cheia.

Alvaro Bacana em ação. Foto: Silvia Winik

Em outra categoria de destaque, a longboard, Jaime Viúdes, que já representou o Brasil no Circuito Mundial, voltou à disputas para esta confraternização e levou a melhor. Já na novidade do evento, a Pais e Filhos, competindo em casa, Ricardo e Pedro Pupo superaram os favoritos Jojó de Olivença e Kaipo de Jesus. A disputa, sem dúvida, foi uma das grandes atrações pelo clima amistoso entre os concorrentes, e Ricardo vibrou muito por ser a sua primeira vitória em campeonatos, ainda mais com a ajuda do filho.

Jaime Viúdes em ação. Foto: Silvia Winik 

A competição teve outras duas conquistas locais, com Juquinha Júnior na mirim (sub16) e Melissa Policarpo, na feminina. Na iniciante (sub14), Rodrigo Saldanha, representando São Sebastião, foi o melhor numa final com três companheiros diários de treinos no Instituto Gabriel Medina. Na estreante (sub12), o vitorioso foi Murillo Coura, também de São Sebastião, enquanto que entre os caçulas da petit (sub10) deu Kalani Robles, de Ubatuba.

Murilo Coura em ação. Foto: Silvia Winik

Além de Jojó, outro grande ícone da história do surf, Amaro Matos, chegou a duas finais, competindo em frente de casa, sendo o terceiro master e o quarto nos pranchões. Na master, longboard, mirim e iniciante, os campeões levaram para casa passagens aéreas para o Peru, oferecidas pela Fico e Nivana Turismo. Nas outras categorias, os títulos valeram pranchas, sendo que nas disputas que tiveram viagens aos vencedores, os segundos colocados também ganharam pranchas. A premiação também teve troféus, medalhas e kits.

Junto às disputas de altíssimo nível nas ondas, o evento teve uma vertente social. A ONG Lugar ao Sol, responsável por revelar talentos do surf da Cidade, e o Lar Espírita Cristão Elizabeth, que atende milhares de pessoas numa das regiões de maior vulnerabilidade social de Guarujá receberam, cada um, R$ 3,2 mil, proveniente de parte das inscrições.

Para o empresário Raphael Levy, o Fico, idealizador desse evento em 1987, em Salvador/BA e um dos alicerces para a criação do Circuito Brasileiro Profissional naquele ano, a nova edição do evento, três décadas depois, repetiu o sucesso e alcançou o objetivo de reunir várias gerações, em muita harmonia. “Estou muito feliz. Foram três dias de um grande evento, pais e filhos, famílias. É o começo de tudo de novo. A gente volta de 30 anos atrás para agora no presente. Não tenho como agradecer a todos que participaram”, falou.

O gerente de marketing da Fico, Augusto Saldanha, ressaltou o desafio de recontar a história de 30 anos de um festival que marcou a história do surf brasileiro, com novas categorias, incluindo a base. “A responsabilidade foi muito grande. Graças a Deus foi tudo certo. Dias lindos, praia cheia. Um evento que mais uma vez marca a história do surf brasileiro”, comentou.

Augusto Saldanha e Raphael Levy. Foto: Silvia Winik 

A primeira final foi a feminina e Melissa Policarpo liderou do início ao fim. Nairê Marquez, de Ubatuba, foi a mais próxima da vencedora. “Amarradora em ser a primeira campeã deste grande evento, que voltou a ser realizado. Irado”, vibrou Melissa. Na sequência, na estreante, Murillo Coura deu um show e com um 7,5 disparou para não ser ameaçado.

Melissa Policarpo em ação. Foto: Silvia Winik

Depois, foi a vez da Pais e Filhos. Na disputa especial, cada atleta da dupla entrava sozinho no mar para somar uma nota. Jojó de Olivença fez a melhor nota, com 6,67, mas quem fez bonito foi Pedro Pupo, para garantir a primeira e prometida vitória a seu pai. Ao final da disputa, a comemoração mostrou bem a festa com as comemorações conjuntas.

Pedro Pupo em ação. Foto: Silvia Winik

“Era tudo o que queria. Ele falou que ia fazer isso, pagou a inscrição para mim. Estou muito orgulhoso dele e ainda comemorei minha primeira vitória. Foi um dos melhores sentimentos da vida em campeonatos”, falou Ricardo, beijando o filho. “Na primeira bateria, ele me carregou. Depois na semifinal falei para a minha vó que iria passar para homenagear o meu vô e agora na final, falei que ia fazer ele ganhar o campeonato e deu certo. Foi irado”, complementou Pedro.

Na iniciantes, Fabrício Rocha saiu na frente, mas Rodrigo Saldanha assumiu a ponta com as duas melhores ondas da bateria, sendo que na última a comemoração com o famoso “claim”, uma vibração pela boa performance. “Foi uma final especial, da nossa turma do Instituto, que é o grupo D, e graças a Deus me sagrei campeão. Obrigado ao campeonato, patrocinadores, ao Instituto”, falou, explicando a vibração. “Tem de dar o claim para valorizar”, reforçou. 

Já na petit, Kalani Robles levou a melhor. “Foi show o campeonato. é muito gostoso ser surfista”, falou o atleta de nove anos. Logo depois foi a vez da mirim e prevaleceu o conhecimento do pico, com Juquinha Júnior garantiu uma das melhores performances da competição, com 7,07 e um 8,67. Ryan Kainalo e Pedro Bianchini surfaram bem, mas não chegaram perto da pontuação do vencedor.

Kalani Robles em ação. Foto: Silvia Winik

“Estou muito feliz e quero me dedicar essa vitória ao meu pai (Luiz Juquinha). Agradecer a Fico, que tem me ajudado bastante esse tempo todo. Consegui achar duas ondas iradas. Campeoanto abençoado do começo ao fim. Obrigado a torcida inteira da praia”, festejou Juquinha.

Na longboard, Jaime Viúdes abriu com um 6,5 e confirmou a vitória com um 7,67. “Hoje eu vim na proposta da festa, para me divertir, para brincar e, em momento algum, incorporei o espírito competitivo, da época que estava no Circuito. Vim solto, porque já tirei a faca dos dentes da competição, mas para prestigiar o Fico, vim com gosto”, falou o surfista de 42 anos.

Na última final do dia, a master, ex-profissionais na água. Jojó de Olivença começou bem, Jair de Oliveira fez boas apresentações, até cometer interferência, Amaro iniciou uma reação tardia, mas Álvaro Bacana, que já era o dono da maior somatória do evento, com 16,5 pontos, garantiu a melhor nota da bateria, 7,67, para ser o campeão. “Esta vitória não preço. Com meus ídolos, surfistas que fui crescendo e vendo competir, me fizeram ter esse sonho de ser surfista profissional”, afirmou Bacana.

Jojó de Olivença em ação. Foto: Silvia Winik

“É uma hora ganhar aqui no Guarujá, lugar que venho competir desde pequeno, superar meus ídolos, rever muitos amigos. Espero que tenham muitos campeonatos como esse, para valorizar a geração passada, para a nossa molecada ver quem deu o gás e essa molecada está aí por causa deles. Foi um evento muito legal pela confraternização, a união das famílias, da nova geração com a velha guarda”, disse o surfista de 42 anos.

SÁBADO DE ALELUIA - O clima de confraternização continuou sendo o destaque no segundo dia do Fico Surf Festival 2018, apresentado por Grupo Lunelli, neste sábado (31), na Praia do Tombo, em Guarujá. A categoria envolvendo pais e filhos, grande novidade na competição, evidenciou ainda mais o encontro de gerações, principal objetivo na nova edição do evento, que terá as finais neste domingo, a partir das 8 horas.

Pais e filhos competiram em duplas, cada um entrava uma vez no mar para somar uma nota. Jojó de Olivença e Kaipo de Jesus garantiram a melhor performance. O surfista baiano radicado em Guarujá é um dos grandes ícones do evento e com total ligação com o antigo Fico Surf Festival, da década de 80 (foi campeão brasileiro em 1988 e teve entre seus resultados o segundo lugar nesta disputa).

“Foi muito bom competir junto com o meu filho. É algo diferente, que demonstra bem o espírito deste campeonato, de confraternização. Sempre quis estar junto com o Kaipo”, falou Jojó, de 51 anos. Outra dupla forte foi formada por Alexandre Miranda e Ryan Kainalo, hoje um dos principais nomes da nova geração de São Paulo. “É uma emoção muito boa competir com o meu pai e a gente fica nervoso, porque vai bem e fica esperando ver se o pai também vai surfar bem”, falou Ryan, bicampeão paulista petit e atual campeão estreante.

“Mas é uma disputa irada. Se tivesse isso em todos os campeonatos ia ser uma vibe muito mais legal”, complementou o atleta de 12 anos. “Foi uma atitude muito legal do Fico de colocar essa categoria. É um sentimento diferente, é família, bem a proposta do evento. Foi bem gostoso. Não só por estar com meu filho, mas por ver os pais que estão sempre com a gente. Uma categoria muito especial. É um show à parte”, destacou Alex Miranda, de 47 anos. Também foram bem os catarinenses Phillipe e Davi Glazer e os talentos locais Ricardo Pupo e o filho Pedro.

Davi Glaser em ação. Foto: Silvia Winic

Amaro Matos, competindo em casa, mostrou estar no rip ainda, chegando a duas finais – master e longboard, ambas para atletas dos 40 anos em diante. Além disso, ainda teve fôlego para disputar a Pais e Filhos e quase chegou à terceira decisão ao lado de Derek Matos. Nas pranchinhas, Jair de Oliveira, de Santos, garantiu a melhor performance do dia e também está na final, com outro ícone, Jojó de Olivença e também o maranhense Alvaro Bacana, que tem a maior somatória do evento (feita na sexta-feira).

Jair Oliveira em ação. Foto: Silvia Winik

Já nos pranchões, Jaime Viúdes, que mora em Guarujá, fez a melhor apresentação da categoria mais uma vez, garantindo lugar na decisão junto com Márcio Vilela e Beto Garcia. Na final petit (sub10), estarão em ação João Victor, Kalani Robles, Kailani Rennó e Vitor Prado. Na iniciantes (sub14), domínio do Instituto Gabriel Medina, com quatro atletas da equipe – Renan Rodrigues, Lucca Cassemiro, Rodrigo Saldanha e Fabrício Rocha. Na mirim (sub16) disputarão o título Ryan Kainalo, Juquinha Júnior, JP Ferreira e Pedro Bianchini. Entre as meninas, se classificaram para a decisão Sophia Gonçalves, Nairê Marquez, Melissa Policarpo e Pamella Mel.

Além das disputas no mar, o evento vem sendo marcado pelo clima de confraternização e reencontros de velhos rivais nas ondas. Na areia, muitas atividades acontecendo como clínicas de futevôlei, com o jogador Tang, Muay Thai, com o mestro Tato Barros e ainda a apresentação do escultor e artista plástico Jair Damasceno, com esculturas de areia.

SEXTA-FEIRA SANTA - A competição teve início nesta sexta-feira (30), com praia lotada, sol e ondas para divertir a galera.“Esse evento não é um festival, um campeonato, é uma união de famílias”. A frase do empresário Raphael Levy, o Fico, deu a dimensão do que está sendo o Fico Surf Festival, campeonato que tem nova edição depois de três décadas, agora com as disputas na Praia do Tombo, em Guarujá. 

Família Levy reunida. Foto: Silvia Winik

Diferente das edições da década de 80, realizadas na Bahia, com foco no Brasileiro Profissional, a nova versão está reunindo surfistas legends da master e da longboard e os talentos da nova geração. O primeiro dia já contou com boas disputas e também foi marcada pelas homenagens a ícones da história da modalidade. Nomes que se destacaram como atletas e como empresários.

Tudo num clima de muita festa, de reencontros. Depois dos atletas da master entrarem no mar, entre eles alguns competidores que marcaram a história do surf brasileiro, como Paulo Matos, o primeiro campeão profissional, em 1987, Jojó de Olivença, bicampeão nacional e ex-WCT, as disputas nas ondas deram lugar às homenagens em frente ao Palanque Paulo Tendas.

Foram reverenciados Taiu Bueno, Paulo Matos, Jorge Mula, Thyola, Álfio Lagnado e Hermínio Nadim (os dois últimos empresários que também colaboraram para a criação do Circuito Brasileiro, assim como Fico) e lembrados ‘in memoriam’ Paulo Tendas (ícone do surf), Sidney Tenucci, o Sidão, José Roberto Rangel e Fernando Rego (proprietários de marcas de surf também presentes na primeira edição do Circuito Brasileiro). O jornalista Reinaldo Andraus contou vários detalhes da época, mostrando aos presentes a importância de cada homenageado.

Eduardo Datcha Tenucci e Raphael Levy. Foto: Silvia Winik

O encontro foi marcado por emoção e acompanhado por muitos jovens, que passaram a conhecer mais um pouco da história do surf. Visivelmente comovido, Fico enalteceu todos os homenageados, em especial a garra de Taiu, e a amizade com Alfio Lagnado, proprietário da Hang Loose e um responsável direto pela formação da chamada geração Brazilian Storm, tendo patrocinado Gabriel Medina e Adriano de Souza, os dois campeões mundiais, no início de suas carreiras.

Raphael Levy e Alfio Langnado em ação. Foto: Silvia Winik

“Foi ele que me incentivou a comprar uma prancha. A gente faz parte desse surf brasileiro, com nossa alma, nossa vontade, nossa experiência e é um orgulho grande poder homenagear o Álfio, não como empresário, mas como amigo. Ele é um dos mais importantes empresários até hoje e faz o surf brasileiro continuar bombando. Essa geração que está participando da WSL foi graças a esse cara. Ele abriu as portas”, destacou Fico.

Álfio, por sua vez, retribuiu a gentileza do amigo, ressaltando o ambiente encontrado no Festival. “Muito legal ver um evento feito com tanta emoção, tanto carinho. Acho que cada um que está aqui sendo homenageado colocou um grão de areia no caminho que o surf brasileiro tomou”, disse.

“Hoje a gente tem dois campeões graças a todo mundo. Cada um contribuiu da sua forma. Se o surf chegou onde chegou é por todos nós. Nós plantamos a semente e agora estamos colhendo os frutos”, acrescentou o empresário. Ainda durante a solenidade, foi lançada a candidatura da Praia do Tombo, para o selo World Surfing Reserves, conferido às praias que protegem e preservam o ambiente costeiro, com foco na prática do surf.

O gerente de marketing da Fico, Augusto Saldanha, lembrou que o local já tem a chancela da Bandeira Azul e agora o foco é a projeção internacional. “O Tombo é um conhecido destino para os surfistas, já recebeu grandes eventos e o Fico Surf Festival quer evidenciar a importância dessa praia. É uma honra lançar essa candidatura envolvendo todos que estão aqui”, argumentou Augusto.

De volta ao mar, a melhor performance do dia entre os masters, para surfistas dos 40 anos em diante, foi do maranhense Alvaro Bacana, marcando 16,50 pontos de 20 possíveis. Daniks Fischer, de São Vicente, e Amaro Matos, competindo em casa, também surfaram muito bem. Outras duas atuações esperadas eram de Paulo Matos e Jojó de Olivença. Paulinho avançou em primeiro em sua bateria e Jojó foi o segundo, atrás de Bacana.

Amaro Matos em ação. Foto: Silvia Winik

O outro membro da família Matos, o mais velho, Neno, foi outro competidor que passou para o round 2. “Muito legal estar aqui. Tudo começou com esses eventos do Fico, o Sundek, o Town&Country, o Hang Loose, o OP, o Lightning Bolt. Esses caras foram responsáveis pelo surf estar onde está. Se hoje temos dois campeões mundiais e tantos destaques no WCT, é porque alguém plantou a semente, alguém acreditou”, falou Neno.

Irmãos Matos, locais da Praia do Tombo . Foto: Silvia Winik

“A gente chega numa faixa etária da vida, que não está mais competindo. Está brincando. Óbvio que a competição está no sangue, mas o que a gente quer hoje é mostrar que está surfando bem. Fazer parte dessa festa é maravilhoso. Há anos que não competia, estou mais direcionado para ondas grandes, mas fiquei animado, voltei a treinar e vou competir mais”, falou o surfista de 57 anos.

O caçula da família, Amaro, aos 52 anos, surfou muito bem, tanto na pranchinha quanto no longboard e também demonstrava felicidade. “A gente está se mantendo. O objetivo central é se manter. Competição faz bem, traz saúde, qualidade de vida. Competir com a família só mostra que eu, Paulo e Neno conseguimos nos manter. Estou bem feliz. Na minha opinião, este evento tem de ser uma tendência. Temos de dar valor que quem contruiu a base”, destacou.

“Se hoje temos casas lindas, é porque teve uma base boa. É muito bom e importante resgatar a história”, complementou Amaro. Além dele, o evento contou com destaques na longboard, como Jaime Viúdes, com a melhor performance do dia, Marcelinho do Tombo, Neco Carbone, todos de Guarujá, novamente Daniks Fischer e legends como os irmãos Chico e Zé Paioli (este o mais velho do evento, aos 69 anos).

Zé Paioli em ação. Foto: Silvia Winik

A nova geração também está muito bem representada, como Ryan Kainalo, sem dúvida, um dos principais talentos da novíssima geração que vem chegando. As disputas seguem neste sábado, a partir das 8 horas. O grande destaque do dia será a inédita categoria Pais e Filhos, reunindo algumas duplas boas, como Alex Miranda e Ryan Kainalo, Phillipe e Davi Glazer, Richard e Rodrigo Saldanha, Amaro e Derek Matos, Alfredo e Eric Bahia. 

Ryan Kainalo em ação. Foto: Silvia Winik

Conversando com a Secretaria de Turismo do Guarujá, Thais Margarido se mostrou bastante satisfeita com resultado positivo do evento na semana santa. Entusiasmada Thais planeja realizar um segunda versão ainda este ano no inicio do verão. Perguntada se existe a possibilidade do evento ser realizado na semana santa a mesma se mostrou muito otimista, já que o resultados foram super satisfatórios para o turismo na cidade. 

Edson Andrade e Thais Margarido. Foto: Arquivo Pessoal 

Como incentivo, os campeões da master, longboard, mirim e iniciante ganharam passagens aéreas para o Peru, oferecidas pela Nivana e Fico. A premiação também conta com pranchas, troféus, medalhas e kits aos melhores do torneio.

RESULTADOS DO FICO SURF FESTIVAL 2018

MASTER (40+)

1 Álvaro Bacana

2 Jojó de Olivença

3 Amaro Matos

4 Jair de Oliveira 

LONGBOARD (40+)

1 Jaime Viúdes

2 Beto Garcia

3 Márcio Vilela

4 Amaro Matos 

PAIS E FILHOS

1 Ricardo e Pedro Pupo

2 Jojó de Olivença e Kaipo de Jesus

3 Phillipe e Davi Glazer

4 Alex Miranda e Ryan Kainalo 

MIRIM (SUB16)

1 Juquinha Júnior

2 Ryan Kainalo

3 Pedro Bianchini

4 JP Ferreira 

INICIANTE (SUB14)

1 Rodrigo Saldanha

2 Fabrício Rocha

3 Renan Rodrigues

4 Lucca Cassemiro 

ESTREANTE (SUB12)

1 Murillo Coura

2 Cauã Campos

3 Davi Glazer

4 Kailani Rennnó 

PETIT (SUB10)

1 Kalani Robles

2 João victor

3 Kailani Rennó

4 Vitor Prado 

FEMININA

1 Melissa Policarpo

2 Nairê Marquez

3 Pamella Mel

4 Sophia Gonçalves

VEJAM ABAIXO OS VÍDEOS COM OS MELHORES MOMENTOS:

O Fico Surf Festival 2018 tem apresentação de Grupo Lunelli, com patrocínios da Nivana Turismo, Casa Grande Hotel, Sucos Do Bem e Montevérgine. Apoios da Prefeitura Municipal de Guarujá, através das secretarias de Esportes e Lazer (Seela) e de Turismo (Setur), FuWax, NaJaca, Sabesp, Governo do Estado de São Paulo, Associação de Surf de Guarujá e Federação Paulista de Surf. Promoção das rádios 013 e Saudade FM, Waves, Surfland e Woohoo.

Fonte: Edição: Edson Andrade - Reportagem: Fábio Maradei - FMA


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