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Adrenanews

Medite: Feliz a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para sua herança !!! - Salmos Cap: 33 Vers: 12

Skatenews


Oi Skate Total Urbe Open 2017

Publicado em: 01/05/2017

Uma final à altura do maior mundial de skate da história da América Latina. Na manhã deste domingo, 30/04, os skatistas do Oi Skate Toral Urbe Open (Oi STU Open) entraram na pista da Praça Duó, diante de uma arena lotada, para a grande decisão. E o grau de dificuldade das manobras comprovou o altíssimo nível da competição. No Open Feminino, o pódio teve dobradinha brasileira, com Pâmela Rosa em primeiro e Gabriela Mazetto em segundo. A austríaca Julia Bruckler ficou com a terceira colocação.

Pâmela Rosa em ação. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

No Masculino, o japonês Yuto Horigome usou toda a pista e com muita ousadia e versatilidade garantiu o título, seguido pelo neozelandês Tommy Finn e pelo amador brasileiro Lucas Alves. Ao longo de todo o torneio, os juízes avaliaram mais de 3.000 manobras dos competidores, entre erros e acertos.

 Yuto Horigome em ação. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

Com muita velocidade e 100% de aproveitamento na bateria, a bicampeã mundial e duas vezes medalha de ouro nos X Games, Pâmela Rosa, embaixadora do Oi STU Open, entrou na decisão determinada a conquistar o título. Usando muito bem toda a pista, a skatista de São José dos Campos levantou a plateia com manobras perfeitas como um frontside smith grind e um backside rockslide no corrimão maior.

"Estou muito feliz. Só tenho a agradecer à organização do evento, que foi fantástico, e a todos que me apoiam. Foi uma experiência incrível competir aqui no Rio, com toda essa torcida e energia. A pista da Praça Duó também ficou maravilhosa e foi muito gostoso andar nela", comentou Pâmela Rosa, sem esconder que pretende fazer de tudo para estar nos Jogos de Tóquio 2020, quando o skate estará presente pela primeira vez.

Na avaliação dos competidores do Oi STU Open, os juízes usaram como critérios o nível de dificuldade das manobras, a quantidade de aterrissagens corretas (menor número de faltas), além da utilização do maior número de espaços e obstáculos na pista. Na disputa masculina, o embaixador do Oi STU Open Kelvin Hoefler começou bem na bateria, mandando, entre outras manobras, um lindo kickflip backside rockslide. Porém, não conseguiu manter a mesma pegada na sequência e com algumas falhas ficou com a sexta colocação no torneio.

Kelvin Hoefler em ação. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

Melhor para o japonês Yuto Horigome, que com muito estilo obteve 83.83 como nota final, levando o título. O neozelandês Tommy Finn também se destacou pelo grau de dificuldade das manobras e, com 80.83, ficou em segundo. Mas a história mais incrível na competição foi, sem dúvida, a de Lucas Alves. O curitibano iniciou a disputa ainda no Round 1, composto apenas por amadores, e com uma trajetória sensacional chegou ao terceiro lugar no pódio. "Cheguei a ficar em primeiro na bateria, mas acabei errando três manobras na parte final e perdi pontos. Estou muito feliz. Quase não tenho palavras para descrever. É uma conquista muito importante para a minha carreira", declarou o skatista, que espera se profissionalizar nos próximos anos com foco nos jogos olímpicos.

 Lucas Alves em ação. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

Ao todo, as finais do Oi STU Open contaram com a presença de representantes de oito países e quatro continentes: Brasil (seis), França (quatro), Argentina, Estados Unidos, Holanda, Áustria, Japão e Nova Zelândia.  As disputas em todo o torneio aconteceram em formato de Jam Session Ordenada, onde os competidores se alternam na pista em ordem pré-determinada. Cada competidor pode tentar uma manobra por vez e, acertando ou errando, deve esperar todos os outros competidores tentarem suas manobras para poder tentar sua segunda manobra e assim por diante. A classificação final é determinada de acordo com a pontuação obtida pelo atleta no somatório geral das baterias de cada round.

Gabriela Mazetto em ação. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

No Open Masculino, 176 skatistas competiram, sendo 104 profissionais (78 brasileiros e 26 estrangeiros) e 72 amadores (54 brasileiros e 18 estrangeiros). No feminino, foram 28 as competidoras inscritas, sendo 19 do Brasil e nove de fora. Além disso, o Comitê Técnico Organizador (CTO) ofereceu 20 Wild Cards: 16 para o Open Masculino e quatro para o Feminino.

 Pódio Feminino. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

As etapas do Open Masculino foram organizadas da seguinte forma. O Round 1 classificou 12 amadores para o Round 2. No Round 2, os 24 classificados (12 do Round 1 + 12 pré-classificados nas seletivas estaduais) se enfrentaram por oito vagas na fase seguinte. No Round 3, os oito amadores classificados no Round 2 se juntaram aos competidores profissionais (brasileiros e estrangeiros) previamente inscritos. Classificaram-se os 30 melhores resultados para o Round 4. No Round 4, os 30 classificados se juntaram aos 10 profissionais convidados pré-classificados em busca de 16 vagas. Já no Round 5, os 16 mais bem colocados no Round 4 se uniram aos outros 16 profissionais convidados pelo Comitê Organizador (Silver e Gold Wild Cards). Destes 32 competidores, 16 passaram à semifinal, e, em seguida, oito avançaram à final. No Open Feminino, 32 skatistas disputaram o Qualifying, com as oito melhores seguindo para a decisão.

Pódio Masculino. Ft: Divulgação Oi STU Open - Pablo Vaz

A competição teve a maior premiação já vista em um campeonato de skate na América Latina, num total de R$ 400 mil. O torneio é chancelado pela International Skateboard Federation (ISF), a World Cup Skateboarding (WCS), a Confederação Brasileira de Skate (CBSk) e a Federação de Skateboard do Estado do Rio de Janeiro (Faserj), e soma pontos para o ranking da WCS. Vale lembrar que o skate será esporte olímpico a partir de Tóquio 2020, e o street uma das duas modalidades presentes nos Jogos.

O Oi STU Open, etapa do Circuito Mundial de Street 2017, é apresentado pela Oi, viabilizado pela Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (SEELJE), além de contar com o Windsor Hotéis como hospedagem oficial do evento. O torneio tem coordenação técnica da Confederação Brasileira de Skate (CBSK) e da Federação de Skateboard do Estado do Rio de Janeiro (Faserj), arquitetura pela Rio Ramp Design, curadoria artística da Homegrown e realização/idealização da Rio de Negócios.

Karol Conka e programação cultural para todos

O domingo é também de muitas atividades culturais na Praça Duó. Na Oi STU House, o dia começou com uma oficina de skate no bowl, com Francisco Guimarães e Yan Felipe (a partir dos 6 anos). Das 11h às 13h?, Guilherme Memi comandou uma oficina de grafitti, também para crianças a partir dos 6 anos. Na sequência, foi a vez de Bruno Big ministrar uma oficina de grafitti e stencil, e às 16h, a agenda conta com aula prática de fotografia com Ronald Land, na pista street (a partir dos 8 anos). Para fechar a programação em clima de descontração, Filipe Ret e Karol Conka assumiram o palco do Oi STU Open, a partir das 15h.

Classificação Final Open Masculino

Yuto Horigome (JAP) - 83.83
Tommy Fynn (NEW) - 80.33
Lucas Alves (Curitiba) - 78.33
Joseph Garbaccio (FRA) - 74.67
Vincent Milou (FRA) - 74.33
Kelvin Hoefler (BRA) - 73.67
Carlos Ribeiro "Dudu" (BRA) - 71.00

Classificação Final Open Feminino

Pâmela Rosa (BRA) - 84.83
Gabriela Mazetto (BRA) - 80.33

Julia Brueckler (AUS) - 80.33
Mariah Duran (USA) - 70.33
Candy Jacobs (HOL) - 68.50
Charlotte Hym Paris (FRA) - 62.83
Helene Gerard (FRA) - 58.17
Vitória da Silva (BRA) - 50.00

Premiação*

Open Masculino (192 competidores no total)

1º lugar - R$ 66 mil
2º lugar - R$ 48 mil
3º lugar - R$ 36 mil

Open Feminino (32 competidoras no total)

1º lugar - R$ 20.700
2º lugar - R$ 16.200
3º lugar - R$ 13.500

* As premiações contemplaram até o 32º colocado no Masculino e a 12ª no Feminino

A Oi e o esporte

A companhia tem longo histórico de apoio ao esporte, com patrocínios a grandes eventos, equipes e atletas de diferentes modalidades como basquete, surfe e skate. O incentivo da Oi a projetos esportivos é estratégico, pois reconhece a importância do esporte como ferramenta de interação entre as pessoas e as cidades, seja através da sua prática, ou por meio de manifestações culturais como o grafite e a música. A empresa acredita que o esporte e o incentivo à cultura urbana potencializam conexões e amplia repertórios, aproximando pessoas de diferentes tribos, exercendo um importante papel no processo de desenvolvimento individual e social.

Em 2015 e 2016, a Oi patrocinou o Oi Rio Pro, a etapa brasileira do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour (CT), o campeonato mundial de surfe. Além disso, patrocina os surfistas brasileiros de destaque na WSL: Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Filipe Toledo, Silvana Lima e Adriano de Souza, o Mineirinho, além do surfista Davizinho, de 11 anos, atual campeão mundial de surfe adaptado.

Recentemente, como parte do legado do patrocínio aos Jogos Cariocas de Verão de 2016, a Oi construiu pistas de skate em Manguinhos e São João da Barra e reformou o park de Campo Grande – aproveitando assim o grande potencial do esporte urbano para aproximar culturas e realidades, promovendo encontros e transformando espaços públicos.

Sobre a Rio de Negócios

A Rio de Negócios é uma empresa de projetos que atua nos setores da economia criativa. Ela pensa a cidade e suas interações a fim de entender as suas dinâmicas socioculturais e processar as demandas desse contexto. O objetivo é oferecer soluções únicas e experiências inovadoras para parceiros e público. O que motiva a Rio de Negócios é trabalhar por um novo patamar no desenvolvimento de projetos em cultura, esporte e entretenimento. A cidade em que vivemos é a principal fonte de inspiração da empresa.

Mais informações:
Facebook : www.facebook.com/oistuopen
Instagram: www.instagram.com/oistuopen
Site: www.stuopen.com

Fonte: Camila Coimbra - Média Guide


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